Quando nascem as crianças, deviam ter iguais direitos e oportunidades. Na realidade, sabemos que não é bem assim. Embora o nosso sistema de saúde, com mais ou menos lentidão, mais ou menos erros, até não seja um mau sistema, o direito a melhores cuidados de saúde vai dependendo da "bolsa" de cada um. No caso das crianças, as oportunidades de uma melhor saúde no futuro futura estão a tornar-se mais díspares com a criopreservação das células estaminais. Neste aspecto, aconselho a leitura do texto de Isabela Figueiredo no blogue Novo Mundo, intitulado:Entretanto, encontrei na net uma instituição chamada LUSOCORD, um "banco público de sangue do cordão umbilical, de âmbito nacional, que deverá receber as dádivas de sangue do cordão umbilical (SCU) de todas as mães que o queiram doar para uso em transplantação e investigação", ligada ao Centro de Histocompatibilidade do Norte.
Aqui fica o testemunho de uma mãe num blogue. De acordo com o comentário, nesse blogue, de Rui Pinto Reis, Relações Públicas Centro de Histocompatibilidade do Norte, as células podem ser utilizadas por quem necessite delas para transplante.O serviço é público e gratuito. Espero que seja o princípio do fim daquela segregação.