14 de fevereiro de 2011

Traduzir-se em Metade



Se o poema "Traduzir-se" de Ferreira Gullar (vencedor do prémio Camões 2010), aqui em cima cantado por Chico Buarque e Fagner (e musicado por este último), foi plagiado neste "Metade" de Oswaldo Montenegro, em baixo, não sei, mas corre por aí!


3 comentários:

TERESA SANTOS disse...

Plágio? Será?
Já nada nos admira! Mas, a ser verdade, é uma atitude inqualificável.
Beijinho.

Benjamina disse...

Olá Teresa

Não sei se há plágio. Os poemas são diferentes (e há quem confunda atribua o poema do Oswaldo ao Gullar), embora haja uma estrutura semelhante.

(http://sopadepoesia.blogspot.com/2010/11/ferreira-gullar-x-oswaldo-montenegro.html)

Sinceramente, não sei.
É difícil, porque hoje em dia, não se inventa nada, tudo se reinventa...

Beijinhos

Ana Paula Sena disse...

Não sabia, Benjamina. Mas ambas as músicas são lindas. De qualquer modo, é bem certo que quase nada(ou talvez mesmo nada) resulta do zero. O que se cria é mais uma continuidade... a partir de todo um passado.

Um beijinho :)